
“O Sr. E a Sra. Dursley, da Rua dos Alfeneiros, nº, se orgulhavam de dizer que eram perfeitamente normais, muito bem, obrigado.” Como fica o seu coração ao ler essa frase à essa altura do campeonato? A primeira frase, do primeiro livro.
“Harry Potter e a Pedra Filosofal” é uma história mais voltada para a mente das crianças, de todos os livros, é o mais leve e coincidentemente, o que tem uma história mais simples. Harry acaba de descobrir que é um bruxo, vivendo na casa horrenda dos tios Dursley que não ligam para ele, Harry descobre uma chance de ser feliz nesse novo mundo, onde existem mulheres que se transformam em gatos de óculos que lêem mapas, corujas que entregam cartas, varinhas mágicas e vassouras voadoras. E ele se agarra à essa chance como ninguém e aproveita cada segundo, como se cada respirada em sua nova casa, a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, fosse salvar sua vida.
Embora o final do filme tenha cortado aquela parte que no livro é MA-RA-VI-LHO-SA, em que o Harry passa por mais desafios do que os que aparecem no filme para encontrar a pedra, o primeiro filme por ser adaptação do menor livro da série, talvez seja o mais fiel. Retrata bem toda a alegria do menino ao entrar na loja do Olivaras e o medo quando o tio fica desesperado e não o deixa pegar nenhuma das milhares de cartas espalhadas pela casa. Comparando com os filmes mais atuais, os efeitos não são tão bons, mas mesmo assim, dez anos atrás deixaram cada criança de bumbum sentado na poltrona do cinema com o queixo caído.
E então, o que mudou para você de lá para cá?
FICHA TÉCNICA
2001 • 152 minutos • Direção de Chris Columbus • Adaptação de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”
Joanne K. Rowling

Tabatta: Irritante, mal educada e grossa, viciada em Harry Potter, Glee e McFly, fala demais e muito alto. Quando não consegue se expressar pela voz, transforma tudo em fanfictions. No site posta o quadro Séries, que fala sobre... séries. Follow